Após múltiplas recusas, diretoria optou por mudança de rota brusca na procura por novo comandante
Xabi Alonso, Julian Nagelsmann, Ralf Rangnick, Julen Lopetegui e Oliver Glasner. Todos esses nomes compartilham um acontecimento comum nos últimos meses: uma procura do Bayern de Munique para que substituíssem Thomas Tuchel no comando do time a partir do segundo semestre deste ano.
O destino de todas essas tentativas, porém, foi o mesmo: a recusa aos bávaros. Na maioria dos casos, por opção dos profissionais. Apenas a situação de Glasner foi diferente, com o Crystal Palace fazendo uma pedida astronômica para liberar o comandante, que chegou ao clube em fevereiro.
Nesse cenário, mais uma vez, o time alemão precisou redirecionar seus esforços. Os principais nomes que despontaram no noticiário foram os de Roberto De Zerbi, do Brighton, e Hansi Flick, livre no mercado após passagem frustrante pela seleção da Alemanha.
No entanto, segundo informações de Fabrizio Romano, não é nenhum desses o preferido para dirigir a equipe da Baviera neste momento. O Bayern, agora, tem interesse na permanência de Tuchel e já iniciou negociações para tentar desfazer a ruptura entre as partes.
Para seguir no cargo, o treinador quer uma extensão do vínculo com o clube e se sentir apoiado por toda a diretoria. Atualmente, não há nada definido, mas as conversas foram notícias por múltiplas fontes.
Permanência de Tuchel no Bayern tem boas perspectivas
De acordo com a apuração de Florian Plettenberg, da Sky Sports da Alemanha, a negociação entre o profissional e a diretoria tem tido progressos positivos e o cenário é otimista para a continuidade do trabalho.
O clube segue com outras opções em sua lista, caso as tratativas naufraguem. Além de De Zerbi, Erik ten Hag, do Manchester United, é uma das possibilidades para os bávaros.

Ainda assim, a permanência de Tuchel tende a se confirmar com a renovação de contrato com o Bayern até 2026. A notícia aponta que jogadores importantes do elenco, como o capitão Manuel Neuer, desejam a sequência do projeto com o comandante ex-Chelsea.
Apesar da primeira temporada sem títulos em 12 anos, o nível dos bávaros melhorou nos últimos meses. O desempenho na Champions League, por exemplo, deixou muitos com boa impressão sobre o que poderia vir pela frente caso o trabalho seguisse.
Além disso, mediante as múltiplas recusas que o clube sofreu, já havia torcedores se mobilizando pela manutenção do técnico, o que indica que ele não enfrentará grande rejeição nos próximos meses.
