Atleta será o camisa 10 e capitão da seleção de seu país durante a Eurocopa, que se inicia em junho
Kylian Mbappé encerrou seu ciclo no PSG acumulando mais um troféu. O camisa 7 foi titular da equipe de Luis Enrique no último sábado (25), na final da Copa da França, contra o Lyon. Os parisienses terminaram o confronto com vitória por 2 a 1 e a conquista do terceiro título da temporada.
A partida marcou o último jogo do astro francês pelo seu atual clube. Ao fim do próximo mês, seu contrato vence e a expectativa é que ele defenda a camisa do Real Madrid a partir do segundo semestre de 2024. O anúncio da transferência deve ocorrer nas próximas semanas, após a final da Champions League.
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Antes de rumar ao futebol espanhol, a estrela tem compromisso com a seleção de seu país na Eurocopa. Atual vice-campeã mundial, a equipe de Didier Deschamps é uma das favoritas ao título do torneio sediado na Alemanha.
O jornalista Daniel Riolo, porém, demonstrou não se importar com o clima do campeonato continental e da despedida de Mbappé do PSG e expressou sua preocupação com o desempenho do atleta nas últimas semanas.
“Foi o último jogo do Mbappé e ele não teve sucesso, como em seus últimos jogos. Ele não está de bom humor. Uma nova vida se abrirá para ele, pelo menos com a Eurocopa. Há várias semanas ele não é um Mbappé que possa levar a seleção francesa muito longe“, afirmou o profissional da imprensa (via AS).

O camisa 7 não marcou gol nem deu assistência na decisão da Copa da França. De acordo com o SofaScore, ele somou nove tentativas de finalização e somente uma delas acertou o gol. Ainda assim, o jogador teve bons números de passes-chave, dribles e duelos vencidos. Entretanto, isso não foi suficiente para ganhar elogios do crítico.
“Ele claramente não tem força. Eu até achei que ele tinha intenções melhores do que o normal em termos de atitude, mas ele não tem força. Passou pela final de forma bastante anônima”, opinou Riolo.
Opinião: Fim de ciclo com tom melancólico para Mbappé
Apesar existir uma certa desproporcionalidade na fala do jornalista, a despedida de Mbappé do PSG — considerando os últimos meses e não apenas o último jogo — foi realmente decepcionante.
Para aquele que é o maior artilheiro da história do clube e se acostumou a ser decisivo, sua participação em jogos importantes ficou muito aquém do esperado.
Desde as quartas de final contra o Barcelona, quando ele conseguiu balançar as redes, o nível apresentado já não agradava. A realidade é que os gols no jogo de volta, na virada que resultou em classificação, mascaram o desempenho ruim do francês.
No entanto, na semifinal contra o Borussia Dortmund, isso não se repetiu. Ele teve atuações tímidas e o PSG passou os dois jogos em branco, o que o tornou alvo central das críticas.
Essa falta de participações decisivas, o conflito com dirigentes já nos últimos meses e a saída gratuita para um rival europeu como o Real Madrid serão aspectos certamente lembrados com um sabor amargo pelos torcedores do time da capital francesa.
