Jogador é um dos pilares da equipe desde que chegou ao futebol inglês e tem multa rescisória elevada
De acordo com apuração do jornal AS, o Newcastle está disposto a permitir a venda de Bruno Guimarães na próxima janela de transferências de verão da Europa. O jogador seria a solução mais viável para os problemas de caixa do clube sob perspectiva do Fair Play Financeiro.
Até o momento, segundo o veículo espanhol, os Magpies amargam € 170 milhões de prejuízos nos últimos dois anos, cerca de R$ 905 milhões. Nesse cenário, se tornou quase obrigatório vender uma de suas estrelas nos próximos mercados. O brasileiro, que atrai interesse de múltiplos times, é o favorito para a operação.
A notícia não surge em bom momento e agita ainda mais a situação da equipe do norte da Inglaterra. Nos últimos oito jogos, o grupo comandado por Eddie Howe perdeu seis dos seus últimos oito jogos. Depois de figurar na sua primeira Champions League em 20 anos, a equipe agora se vê longe das vagas em competições europeias.
Interessados e valores envolvidos na operação Bruno Guimarães

Segundo notícia do portal FootballTransfers, o Newcastle pensa em permitir a venda de Bruno Guimarães mesmo com valores abaixo da multa rescisória, a depender do time que se apresentar como próximo destino do meio-campista.
O preço estipulado no contrato do camisa 39 é de £ 100 milhões, o equivalente a R$ 618 milhões. No entanto, caso Barcelona ou Real Madrid envia uma oferta, eles podem conseguir a compra por um valor menor.
Em contrapartida, essa possibilidade não existe para rivais da Premier League. Apesar do contrato de Bruno Guimarães não ter uma multa específica para times britânicos, o Newcastle só irá autorizar a venda pelo valor pré-definido para a rescisão. O Liverpool é um dos principais times especulados como candidatos na disputa pelo atleta.
Apesar dos altos valores envolvidos na possível transação, seu formato deve agradar aos interessados. Ao contrário da maioria das multas rescisórias, pagas à vista, a do volante ex-Athletico pode ser parcelada em três vezes. Isso dá uma maior flexibilidade aos clubes na gestão financeira para escapar das punições do Fair Play Financeiro.
