Ao que tudo indica, o time de Anfield não deve ter nenhuma das três prioridades iniciais no cargo para o segundo semestre
O Liverpool vive uma reta final de temporada, em grande parte, agonizante. A equipe de Jürgen Klopp foi eliminada de maneira acachapante na Europa League e já não depende só de si para se sagrar campeã da Premier League.
Se a situação dentro dos gramados não inspira confiança, fora dele não tem sido tão diferente. Há algumas semanas, o clima entre os torcedores era de que o time estava muito próximo de fechar com um novo técnico para substituir o ídolo alemão na próxima temporada: Rúben Amorim, do Sporting.
Uma série de notícias construiu um ambiente de otimismo. Junto a elas, declarações em tom misterioso do português sacramentavam o ambiente. Parecia que tudo caminhava tranquilamente para que ele — em tese o favorito para o cargo, excluindo Xabi Alonso — assumisse o time de Anfield.
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Nesta segunda-feira (22), porém, novas informações sobre o tema foram divulgadas por jornalistas renomados. E, ao que tudo indica, o Liverpool pode tomar um “chapéu” do West Ham por Rúben Amorim.
Segundo Fabrizio Romano, os Hammers iniciaram conversas com o técnico dos Leões. A ideia do time de Londres é tê-lo como opção caso David Moyes deixe a equipe ao fim da temporada. Há otimismo, mas nada fechado. Por outro lado, o diálogo para se juntar aos Reds está congelado.
Já David Ornstein, do The Athletic, divulgou que a diretoria do West Ham mantém tratativas com o português, que é um dos preferidos para o projeto do time. Ele também já despontou como uma das principais opções para assumir a equipe da região de Merseyside, mas esse movimento parece “improvável”, de acordo com o jornalista.
O que será do futuro Liverpool?
Como CEO de futebol da FSG, Michael Edwards conta com a confiança do Liverpool para montar o projeto a respeito do futuro do clube. O executivo ficou mais de uma década na instituição e seu trabalho tem o reconhecimento de todos.
Ainda assim, a indefinição sobre o futuro do comando técnico do clube incomoda, sobretudo porque as opções estão diminuindo.

A primeira opção para o cargo, conforme o noticiário, era Xabi Alonso, campeão alemão pelo Bayer Leverkusen. Entretanto, o técnico espanhol optou por seguir ao menos mais um ano no futebol alemão e frustrou a abordagem do gigante inglês.
Após ele, estavam na lista: Rúben Amorim, que parece mais próximo do West Ham, e Julian Nagelsmann, que renovou contrato com a seleção da Alemanha para comandar a Mannschaft na Copa do Mundo de 2026.
O processo, aparentemente lento, deixa o Liverpool exposto a riscos. A cúpula vai apostar em treinadores ainda mais novatos? Virá algum “medalhão”? Por que a ausência de agressividade nas trativas? São muitas perguntas e poucas respostas em um momento delicado da temporada.
