Atacante tem chances de cravar seu nome em dois rankings históricos vestindo a Amarelinha; veja detalhes
Pelé não é apenas sinônimo de Brasil, mas sim de futebol. Tricampeão da Copa do Mundo, o Rei é, para muitos, o maior jogador da história do esporte. Os mais de 1000 gols, os inúmeros títulos com o Santos, as campanhas decisivas nos mundiais, as credenciais do mineiro, natural de Três Corações, são muitas.
Na história da Seleção Brasileira, ele foi também um dos mais jovens a estrear na Copa América, na edição de 1959, com 18 anos e 138 dias de vida. O torneio ocorreu na Argentina e contou sete países.
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Curiosamente, essa foi a única edição do campeonato que o lendário camisa 10 disputou em sua carreira. Ele terminou o torneio como artilheiro, com oito gols, mas amargou o vice-campeonato para os rivais argentinos.
65 anos depois disso, Endrick deve se tornar o segundo jogador mais jovem da história do futebol brasileiro a estrear na Copa América, feito que fez o jornal AS, da Espanha, o colocar como “herdeiro” de Pelé.
De acordo com o levantamento do veículo, somente o ex-meia Agostinho Fortes Filho, que defendeu a Amarelinha no início do século XX, terá vantagem nesse quesito sobre o atacante formado nas categorias de base do Palmeiras.

Ele foi campeão das edições da competição em 1919 e 1922. À época, estreou 17 anos e 251 dias de vida. Caso Endrick entre na partida contra a Costa Rica, na próxima semana, ele o faria com 17 anos e 339 dias.
Mais uma marca de Pelé a ser quebrada por Endrick?
Endrick pode se apresentar como herdeiro de outra marca de Pelé na Copa América, a de mais jovem a balançar as redes no torneio. Essa, sim, pertence ao Rei, que o fez no empate entre Brasil e Peru, por 2 a 2, no dia da sua estreia.
Se o atual camisa 9 marcar em qualquer partida da competição, ele superará o lendário número 10 da Amarelinha. A tarefa, porém, pode não ser simples, uma vez que o jovem deve ser reserva durante a campanha.
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O que aumenta as expectativas pelo feito é o recorte positivo da curta carreira do centroavante pelo Brasil. Ele balançou as redes em três das últimas quatro partidas pela Canarinha, mesmo saindo do banco em todas elas.
Apesar dos seus pedidos para não ser comparado a Pelé, o que é plenamente justificável, Endrick convive com certo “azar” nesse aspecto. Seu sucesso precoce remete inevitavelmente a feitos do Rei do futebol.
