Red Devils oficializaram a venda de 25% do clube para magnata da indústria química no último fim de semana
Segundo informações do The Telegraph, demolir o Old Trafford é uma das possibilidades considerada por Jim Ratcliffe, nova figura no comando do futebol do Manchester United, no plano de reestruturação do clube.
Os planos para modernizar e expandir o estádio não são novos, mas foram deixados de lado há mais de um ano, com a pretensão da família Glazer de vender a instituição.
A reportagem detalha que há três possibilidades distintas para a realização de obras no estádio, que é trabalhada em parceria com a Populous, empresa do ramo arquitetônico que também esteve envolvida na construção do Tottenham Hotspur Stadium.
A primeira é uma reforma menor, preocupada com a modernização do Teatro dos Sonhos. A segunda é a expansão da arquibancada sul, aliada a uma grande reforma. Por sua vez, a última alternativa é a mais drástica: demolir todo o Old Trafford.

Fato é que o Manchester United reconhece que algo precisa ser feito, pois a avaliação interna de que o estádio está datado é unânime. Segundo Chris Lee, chefe executivo da Populous, erguer um estádio do zero seria a “solução mais econômica” no longo prazo.
A chegada de Ratcliffe ao Manchester United
No último domingo (24), o Manchester United oficializou a compra de 25% do clube por Jim Ratcliffe, CEO da INEOS, gigante da indústria química. Nessa porcentagem, ficou acordada a aquisição do controle do futebol e um aporte de US$ 300 milhões (R$ 1,4 bilhão) no Old Trafford.
A operação ainda depende da validação da Premier League de órgãos regulatórios para finalizar, mas o magnata já conhece alguns desafios que terá pela frente.
Além do projeto de reforma do estádio, o clube vive um péssimo momento dentro dos gramados. Sua chegada deve trazer, por exemplo, alguma definição sobre o futuro de Erik ten Hag na equipe. O movimento também deve impactar nas próximas janelas de transferências do clube.
