Atleta teve uma partida abaixo da média defensivamente, mas contribuiu com uma assistência
O Newcastle até ameaçou uma reação tardia, mas não conseguiu rever a derrota por 3 a 2 para o Chelsea, na última segunda-feira (11). O resultado segue impedindo a equipe de Eddie Howe de engrenar na competição, com resultados bem inferiores aos da temporada passada.
E, para o ex-atacante Ian Wright, o desempenho ruim do brasileiro Bruno Guimarães foi um dos principais aspectos por trás da derrota dos Magpies. O britânico opinou que o camisa 39 não soube como combater a presença de Conor Gallagher no setor.
“Achei que Guimarães foi muito pobre. Não conseguia fugir do fato de que Conor Gallagher estava perto dele, não se movimentou o suficiente (para fugir de Gallagher)”, afirmou o ídolo dos Gunners durante o programa Monday Night Football, da Sky Sports.
Apesar das críticas de Wright, mesmo em um jogo abaixo das expectativas, Bruno Guimarães conseguiu ser decisivo com a assistência para o gol de Alexander Isak, ainda no primeiro tempo. Ele roubou a bola no campo de ataque e deixou o sueco em boas condições para finalizar.

O ponto de vista do ex-centroavante inglês, porém, tem sua validade. Defensivamente, o brasileiro teve uma partida abaixo. Ganhou cinco dos nove duelos que disputou pelo chão, ficando abaixo da sua própria média no quesito, além de ter conseguido somente um desarme e uma interceptação.
Bruno Guimarães, um oásis em meio ao deserto
A partida aquém do esperado contra o Chelsea não apaga o fato de que Bruno Guimarães é a exceção da temporada frustrante dos Magpies. Além de não ter sido atingido pela sina das lesões, o camisa 39 é destaque em diversas estatísticas da equipe na Premier League.
Segundo dados do SofaScore, ele é dentre todos do elenco:
- 1º em dribles certos por jogo (1,8);
- 2º em número de passes-chave por jogo (1,5);
- 2º em número de lançamentos certos por jogo (3,6);
- 2º em desarme por jogo (2).
Não bastasse isso, ele ainda tem sido decisivo com gols e assistências ao longo da temporada. No Campeonato Inglês, até então, são três tentos e cinco passes para gol em 27 jogos. Nas últimas dez partidas, o recorte é de quatro assistências e dois gols. Números impressionantes para quem faz a função de primeiro homem de meio-camp.
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