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Como era o último time do Borussia Dortmund a chegar em uma final da Champions League, em 2013?

Dois ídolos da equipe alemã terão uma segunda chance de se sagrarem campeões europeus, após mais de uma década

11 anos depois, o Borussia Dortmund voltou a uma final de Champions League, novamente no Wembley Stadium, como ocorreu em 2013. Por pouco, o adversário também não foi o mesmo, o rival nacional Bayern de Munique.

Dessa vez, os aurinegros, em busca do bicampeonato, enfrentarão o Real Madrid, o maior campeão da história do torneio. Curiosamente, na campanha do vice-campeonato na temporada 2012/13, os merengues encontraram o time treinado por Jürgen Klopp, na semifinal.

O resultado foram dois jogos agitados: 4 a 1 para os alemães na ida e 2 a 0 para os espanhóis na volta, o que resultou na classificação da equipe do Signal Iduna Park. De todos os jogadores envolvidos nesses confrontos, considerando as duas equipes, somente três estarão na final deste ano: Marco Reus e Mats Hummels, pelo Dortmund, e Luka Modrić, pelo Real Madrid.

Entretanto, ao contrário do gigante espanhol, a equipe de Edin Terzić marca seu ápice na última década. A escalação titular do treinador, hoje, tem: Kobel; Ryerson, Hummels, Schloterbeck e Maatsen; Sabitzer, Can e Brandt; Sancho, Fullkrug e Adeyemi.

Paris Saint-Germain v Borussia Dortmund: Semi-final Second Leg - UEFA Champions League 2023/24
Photo by Xavier Laine/Getty Images

Confira abaixo o time do Borussia Dortmund que foi a campo na final da Champions League, em 2013, na derrota por 2 a 1 para o Bayern de Munique, e compare com o atual elenco dos aurinegros.

Goleiro: Roman Weidenfeller

Capitão daquele time na ausência de Sebastian Kehl, Weidenfeller é um dos maiores ídolos da história do clube. Foi o arqueiro do bicampeonato do time de Klopp na Bundesliga e permaneceu por lá durante cerca de 13 anos no elenco principal.

Lateral-direito: Lukasz Piszczek

Piszczek era um dos três poloneses cujo funcionamento era fundamental para o conjunto. O antigo camisa 26 se apresentava muito no campo de ataque. Naquela temporada, segundo o oGol, ele registrou dois gols e nove assistências em 46 jogos.

Zagueiro: Neven Subotić

Subotić defendeu as cores do Dortmund por dez temporadas, sendo titular nos melhores momentos do clube neste século. Era um zagueiro mais lento e menos badalado do que o companheiro Hummels, mas atuava como uma liderança fundamental para o funcionamento da engrenagem de Klopp e correspondia aos requisitos técnicos para praticar o futebol que agrada ao alemão.

Zagueiro: Mats Hummels

Um dos melhores do mundo em sua posição durante seu auge, Hummels sempre se mostrou diferenciado enquanto esteve bem fisicamente. Ótimo passador, ele teve sua carreira minada por uma série de problemas físicos. Foi multicampeão na Alemanha e ergueu o troféu da Copa do Mundo de 2014 como titular do seu país. A Champions League é a peça que falta no seu currículo diverso.

Lateral-esquerdo: Marcel Schmelzer

Borussia Dortmund v FC Bayern Muenchen - UEFA Champions League Final
Photo by Shaun Botterill/Getty Images

Schmelzer chegou ao Borussia Dortmund ainda nas categorias de base e se tornou um ídolo histórico da instituição. A equipe do Signal Iduna Park foi a única que defendeu em seus 17 anos de carreira profissional. Assim como Piszczek, apresentava seu melhor na parte ofensiva, mas também se doava muito para o papel defensivo.

Volante: Sven Bender

Bender foi titular na final da Champions League de 2013 na vaga de Kehl, à época capitão do Borussia Dortmund. Ambos revezaram a função ao longo da temporada, mas Klopp optou por ter Bender, dez anos mais jovem, entre os 11 iniciais. Era o atleta com a função mais defensiva do meio-campo daquele time.

Volante: İlkay Gündoğan

Multicampeão hoje, Gündoğan despontou no mundo do futebol pelos aurinegros. O meio-campista se destacava pela versatilidade: era participativo defensivamente e na criação, se mostrava capaz de fazer gols, podia atuar mais recuado, entre outras múltiplas possibilidades. Mesmo jovem, já demonstrava com clareza os traços que fizeram sua carreira decolar posteriormente.

Meia-direita: Jakub Blaszczykowski

O menos talentoso do quarteto ofensivo do time-base de Klopp, “Kuba” Blaszczykowski fazia a dobradinha polonesa com Piszczek pelo lado direito. Além de um jogador muito disciplinado taticamente para ajudar na parte defensiva, foi o segundo atleta do elenco com mais assistências (13), somando todas as competições.

Meia-atacante central: Marco Reus

Atualmente reserva com Terzic, Reus era um dos principais expoentes técnicos do Borussia Dortmund finalista de 2013. Ele atuava, primariamente, no lado esquerdo do ataque. Entretanto, com a lesão do camisa 10, Mario Götze, ele jogou centralizado contra o Bayern de Munique. Naquela temporada, “Woody” participou diretamente de 29 gols.

Champions League, Borussia Dortmund - Real Madrid
Photo by Pressefoto Ulmerullstein bild via Getty Images

Meia-esquerda: Kevin Grosskreutz

Grosskreutz era o coringa de Klopp nessa era vitoriosa dos aurinegros, um jogador físico e versátil que atuava tanto de lateral quanto de meia. Na ocasião, herdou a vaga que seria de Götze no time titular, mas se posicionou do lado esquerdo do ataque também para ajudar Schmelzer a cuidar da dupla Franck Ribéry e Philipp Lahm.

Centroavante: Robert Lewandowski

Artilheiro absoluto do time, com 34 gols naquela temporada, Lewandowski foi o centroavante do Borussia Dortmund na final da Champions League, em 2013. Juntamente a Gundogan, o polonês foi o atleta do elenco que mais fez sucesso na carreira após brilhar com a camisa dos aurinegros. Ele chegou a ser eleito o melhor jogador do mundo em seus tempos de Bayern de Munique.